Bom... somos um grupo de amigas que nos interessamos pela história de grandes estilos músicais, e montamos esse blog para todos que também se interessam mas que não sabem onde procurar... Aqui estaremos postando 2 estilos musicais por semana! Espero que todos se divirtam conhecendo um pouco mais sobre seus estilos musicais preferidos. Também estaremos sempre postando novidades das bandas do momento, fotos e tudo mais...

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Mc Marcinho - Porque Te Amo



Foi numa roda de amigos
eu te conheci
e o seu rostinho lindo
jamais eu esqueci
e a nossa amizade
foi virando uma paixão
te colocando no meu coração

Porque te amo
e quero, você sempre aqui
a vida dá voltas
e destino trouxe ,você para mim

pensei que esse sofrimento
nunca ia ter fim
mais com a ajuda de Deus
você voltou pra mim
hoje estou muito feliz amor
tenho paz e muita fé
sou uma nova mulher

porque eu te amo
e quero você sempre aqui (refrão)
a vida dá voltas
e o destino trouxe você para mim

eu sei que as nossas
brigas foram ilusão
mais te tenho guardado
dentro do meu coração
me desculpe
se eu te fiz sofrer
eu só quero o seu bem
mulher igual a você não tem

porque eu te amo
e quero você sempre aqui (refrão)
a vida dá voltas
e o destino trouxe você para mim.

Polo - Fresno


Se eu te disser que foi difícil te esquecer

Seria o mesmo que dizer não sou capaz

De me curar, das surras que o mundo me dá,

de prosseguir, deixar o que passou pra trás


Eu devo desistir, pra um dia ser feliz?

Ou devo resistir? eu devo insistir?


Cantando, e mais do que isso gritando

E às vezes até confessando que eu não sei amar

Pois sabendo, eu não estaria sofrendo

E ainda por cima escrevendo, ao invés de falar


Será que alguém já te fez chorar (fez chorar)

Mesmo sem ter proferido uma palavra?

E o que você fez? tentou lutar?

Ou compôs uma canção indo pra casa?


(Eu devo desistir, pra um dia ser feliz?)

Ou devo resistir? ou devo insistir?

(não devo desistir assim!)

(não,não eu não vou desistir!)


Cantando, e mais do que isso gritando

E às vezes até confessando que eu não sei amar

Pois sabendo, eu não estaria sofrendo

E ainda por cima escrevendo, ao invés de falar


Cantando, e mais do que isso gritando

E às vezes até confessando que eu não sei amar

Pois sabendo, eu não estaria sofrendo

E ainda por cima escrevendo, ao invés de falar


(7 vezes)Não, não eu não vou desistir assim


(4 vezes)Não, não eu não vou desistir assim

Origem do Funk

Os músicos negros norte-americanos primeiramente chamavam de funk à música com um ritmo mais suave. Posteriormente passaram a denominar assim aquelas com um ritmo mais intenso, agitado, por causa da associação da palavra "funk" com as relações sexuais (a palavra funk também era relacionada ao odor do corpo durante as relações sexuais). Esta forma inicial de música estabeleceu o padrão para músicos posteriores: uma música com um ritmo mais lento, sexy, solto, orientado para frases musicais repetidas (riffs) e principalmente dançante. Funky era um adjetivo típico da língua inglesa para descrever estas qualidades. Nas jam sessions, os músicos costumavam encorajar outros a "apimentar" mais as músicas, dizendo: Now, put some stank (stink/funk) on it!" (algo como "coloque mais 'funk' nisso!"). Num jazz de Mezz Mezzrow dos anos 30, Funky Butt, a palavra já aparecia.
Devido à conotação sexual original, a palavra funk era normalmente considerada indecente. Até o fim dos anos 50 e início dos 60, quando "funk" e "funky" eram cada vez mais usadas no contexto da soul music, as palavras ainda eram consideradas indelicadas e inapropriadas para uso em conversas educadas.
A essência da expressão musical negra norte-americana tem suas raízes nos spirituals, nas canções de trabalho, nos gritos de louvor, no gospel e no blues. Na música mais contemporânea, o gospel, o blues e suas variantes tendem a fundir-se. O funk se torna assim um amálgama do soul, do jazz e do R&B.

Década de 1970 e atualidade:
Nos anos 70, George Clinton, com suas bandas Parliament, e, posteriormente, Funkadelic, desenvolveu um tipo de funk mais pesado, influenciado pela psicodelia. As duas bandas tinham músicos em comum, o que as tornou conhecidas como 'Funkadelic-Parliament'. O surgimento do Funkadelic-Parliament deu origem ao chamado P-Funk', que se referia tanto à banda quanto ao subgênero que desenvolveu.
Outros grupos de funk que surgiram nos anos 70 incluem: B.T. Express, Commodores, Earth Wind & Fire, War, Lakeside, Brass Construction, Kool & The Gang, Chic, Fatback, The Gap Band, Instant Funk, The Brothers Johnson, Skyy, e músicos/cantores como Rick James, Chaka Khan, Tom Browne, Kurtis Blow (um dos precursores do rap), e os popstars Michael Jackson e Prince.
Nos anos 80 o funk tradicional perdeu um pouco da popularidade nos EUA, à medida em que as bandas se tornavam mais comerciais e a música mais eletrônica. Seus derivados, o rap e o hip hop, porém, começaram a se espalhar, com bandas como Sugarhill Gang e Soulsonic Force. A partir do final dos anos 80, com a disseminação dos samplers, partes de antigos sucessos de funk (principalmente dos vocais de James Brown) começaram a ser copiados para outras músicas pelo novo fenômeno das pistas de dança, a house music.
Nesta época surgiu também algumas derivações do funk como o Miami Bass, DEF, Funk Melody e o Freestyle que também faziam grande uso de samplers e baterias eletrônicas. Tais ritmos se tornaram combustível para os movimentos Break e Hip Hop.
Os anos 80 viram também surgir o chamado funk-metal, uma fusão entre guitarras distorcidas de heavy-metal e a batida do funk, em grupos brancos como Red Hot Chili Peppers e Faith No More.
No Brasil, o Funk americano recebeu muitas influências e modificações, tornando-se uma vertente totalmente nacional, é o Funk carioca, que nasceu nos bailes dançantes das favelas cariocas e se propagou para o resto do Brasil e do mundo.