Bom... somos um grupo de amigas que nos interessamos pela história de grandes estilos músicais, e montamos esse blog para todos que também se interessam mas que não sabem onde procurar... Aqui estaremos postando 2 estilos musicais por semana! Espero que todos se divirtam conhecendo um pouco mais sobre seus estilos musicais preferidos. Também estaremos sempre postando novidades das bandas do momento, fotos e tudo mais...

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Paraíso Proibido - Strike





Agora que estou 'vou' tendo que me esconder
Tua mãe quer me matar e teu pai me prender
Eu tenho aquele estilo que te deixa preocupada,
atoa...desleixado na bike envocado
Mas não venha me dizer o que é melhor pra mim
A vida vai mostrando sempre foi assim
Da escola fugi, na rua formei
Pronto pra te fazer com a malícia que eu herdei
O que ela quer
Que eu deixe tua filha em paz
E o que ela quer
Que você não me procure mais
Eu não tenho classe, eu não sou ninguém
Eu não tenho herança que te convém
Mas eu sou quem te faz tão bem
Diz que eu vou te perverter e já mandou me deter
Ela sonha que você é uma ingênua criança
Mas eu te deixei esperta, atirada e mente aberta
junta tua mesada e vem pagar minha fiança
Porque eu não sou o modelinho que você sonhou
Nem sei dirigir, eu nunca fui doutor
Diploma nem vi, Status nem tem
na febre de vencer e provar quem é quem
O que ela quer
Que eu deixe sua filha em paz
E o que ela quer
Que você não me procure mais
Eu não tenho classe, eu não sou ninguem
Eu não tenho herança que te convem
Mas eu sou quem te faz tão bem
Sou quem te faz tão bem
E teu erro foi ter proibido
De mero plebeu pra ela eu me tornei um vício
E o teu erro foi ter proibido
escondido é bem melhor, perigoso e divertido
Eu não vou desistir de ter você
Eu não vou, faço o que eu puder fazer
Se quer se perder, é só me achar
Eu tenho a fórmula pra te relaxar
Eu não vou desistir de ter você
Eu não vou, faço o que eu puder fazer
Agora vou descontrolar, vou perder a linha
Num paraíso proibido te aplicar
O que ela quer
Que eu deixe tua filha em paz
E o que ela quer
Que você não me procure mais
Eu não tenho classe, eu não sou ninguem
Eu não tenho herança que te convem
Mas eu sou quem te faz tão bem
E o que ela quer... diga, me diga, me diga o que
quiser
E o que ela quer... diga me siga pro que der e vier
E só de te olhar já sou teu refém
Ela pensa em mim quando pensa em alguém
Porque eu sou quem te faz tão bem
Sou quem te faz tão bem
Sou quem te faz tão bem
Sou quem te faz tão bem
Olha, eu tô indo embora até mais
Adoro loucura, garota vem cá
Se do nada eu bater, vai não vai,
Não fique parada, não fique de cara
Não durma na área se alivia vai
Porque eu nunca serei um bom rapaz .

O Começo para a banda STRIKE


Acreditando no sucesso da carreira desde cedo, os juizforanos da Banda Strike já são destaque no cenário musical brasileiro. Vencedores do prêmio Aposta do Ano, em premiação da MTV, pelo Vídeo Music Brasil (VMB) 2007, eles são a terceira banda a emplacar uma música na abertura da série de TV "Malhação" e lançam nessa semana seu segundo vídeo clip, agora, da música "Aquela História".
Marcelo (vocal), Fábio (baixo), Rodrigo (guitarra), André (guitarra) e Cadu (bateria) estão juntos desde a primeira formação da banda, em 2003. O marco na carreira fica por conta da prêmio recebido da MTV. "Já estávamos muito contentes pela indicação para o VMB, mas ganhar o prêmio foi melhor ainda e ficamos felizes demais. É uma aposta da MTV de que somos um grupo que vai estourar e isso abre muitas portas", destaca Rodrigo.
Tanto reconhecimento, se deu graças a ousadia do grupo. Com convites para fazer shows no Rio de Janeiro, eles deixaram para trás emprego, estudos e família para morarem juntos em território carioca. "Nos profissionalizarmos sem ter fechado com nenhuma gravadora, mas depois do nosso terceiro show, fomos procurados pela empresa que acreditávamos ser a melhor"
Fazendo
sucesso em Juiz de Fora, em 2004, o Strike começou a mudar seu futuro quando gravou quatro de suas seis músicas em um CD demo. "Nosso 'paizão', o músico Marlus Vinícius, gostou do nosso trabalho e nos ajudou a gravar nossa primeira música. Ela começou a tocar em uma rádio local e fez sucesso, então decidimos nos dedicar a músicas autorais", destaca Marcelo.
Com a ajuda do amigo, os garotos conseguiram produtores para gravar o demo em Volta Redonda-RJ. Com as músicas em mãos, eles disponibilizaram o conteúdo na internet. "Nosso flog foi muito visitado e nosso trabalho começou a repercutir bem no meio. Com muita gente acessando e gostando, recebemos o convite de ir fazer shows no Rio de Janeiro", conta Rodrigo.
Já na capital fluminense, a boa repercussão dos shows fez que a gravadora com a qual eles queriam gravar, fizesse o convite. Com a proposta aceita, o primeiro CD começou a ser gravado. "Conseguimos alavancar nossa carreira e tivemos reconhecimento também da nossa família em Juiz de Fora. Antes o pessoal ficava preocupado, mas agora estão felizes e orgulhosos com nosso resultado", diz Marcelo. Para o vocalista do Strike, a banda já tem um bom material para começar o a planejamento do segundo CD. "Esse primeiro álbum vai durar um bom tempo, mas um novo trabalho já está em nossa mente", revela. Sobre o estilo da banda Marcelo resume o estilo das músicas. "Temos o peso do punk, a melodia do pop, os scratches do rap e as batidas eletrônicas. Às vezes tudo em uma música só. O disco todo não tem a mesma sonoridade, mas a mesma atmosfera", completa.

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Chris Brown


Nome completo: Christopher Maurice Brown
Origem(ns): Tappahannock, Virgínia
País de nascimento: Estados Unidos da América
Data de nascimento: 5 de maio de 1989
Apelido: Chris brown, Chris Brezzy,
Instrumento(s): voz
Gênero(s): Hip-Hop, Pop

Jovem, tem 18 anos, apareceu e triunfou na indústria musical. Dança, tem boa aparência, segue a fórmula pré-formatada dos temas e até canta. Sucesso garantido!
Estreia-se com um álbum homónimo lançado no final de 2005. Contudo, «Run It!», o primeiro single, já invadia as rádios e as televisões no início de Agosto. Seguiram-se «Yo Excuse Me Miss» e «Gimmie That».
Chris Brown consegue neste seu primeiro álbum contar com colaborações de peso. Em «Run It!», soma à sua voz a produção de Scott Storch e a participação de Juelz Santana. Em «Gimmie That» é a vez de Lil Wayne emprestar a sua voz a um tema de Chris.
Embora não seja ainda um grande músico ou cantor, ainda que se assemelhe aos nomes de topo do R&B americano, as semelhanças com Usher são óbvias, tem pela frente muito tempo para evoluir e criar um estilo com o seu cunho pessoal.
Agora neste ano de 2007 ele lança mais um album, o mesmo com o nome "Exclusive". Nele Chris Brown mostra do que é capaz com seu novo single "Wall to Wall" que ja faz muito sucesso nas paradas da Billboard. O rapper mostrar todo o seu ótimo repertório com 19 músicas, alem de ter a grande participaçao do musico e produtor Will.i.am. Este album teve data de estreia mundial no dia 28 de agosto.

Say Goodbye (tradução)



Dizer Adeus

Amor, venha aqui e se sente, vamos conversar
Eu tenho muito para falar, então acho que vou começar
Falando que eu te amo
Mas você sabe, isso não está sendo
Nenhuma caminhada pelo parque para nós
Eu juro que isso só vai tomar um minuto
Você vai entender quando eu acabar, yeah
E eu não quero ver você chorar,
Mas eu não quero ser aquele que te contou uma mentira, então

Como você deixou isso acontecer? quando você,
Você agora não sabe? o que está acontecendo?
O outro lado da porta
Quando você está saindo? fale sobre isso
Tudo que eu tentei lembrar para falar
Apenas saiu da minha cabeça
Então eu vou fazer o melhor que eu posso para fazer você
Entender

Não há uma hora certa para dizer adeus
Mas eu tenho que fazer o primeiro movimento
Porque se eu não o fizer você vai começar a me odiar
Porque eu realmente não sinto o que eu já senti por você
Garota não é você, sou eu
Eu tenho que pensar no que eu preciso (oh)
Não há uma hora certa para dizer adeus
Mas nós sabemos que temos que ir
Nossos caminhos separados
E eu sei que é difícil mas eu tenho que fazer isso,
E isso está me matando
Porque nunca há uma hora certa
Hora certa para dizer adeus

Mas agora o coração está partindo
E milhares de vezes eu
Me encontrei perguntando, "por quê? por quê?"
Por que eu estou tomando tanto tempo para dizer isto?
Mas confie em mim, garota eu nunca
Quis acabar com o seu mundo
E eu nunca
Pensei que veria o dia em que nós progrediríamos separados
E eu quero saber

Como você deixou isso acontecer? quando você...
Você agora não sabe? o que está acontecendo,
O outro lado da porta
Quando você está saindo? fale sobre isso
Garota espero que você entenda
O que estou tentando dizer.
Nós apenas não podemos continuar
Fingindo que estamos bem
Garota como você não vê isso?

Não há uma hora certa para dizer adeus
Mas eu tenho que fazer o primeiro movimento
Porque se eu não o fizer você vai começar a me odiar
Porque eu realmente não sinto o que eu já senti por você
Garota não é você, sou eu
Eu tenho tenho que pensar no que eu preciso (oh)
Não há uma hora certa para dizer adeus
Mas nós sabemos que temos que ir
Nossos caminhos separados
E eu sei que é difícil mas eu tenho que fazer isso,
E isso está me matando
Porque nunca há uma hora certa
Hora certa para dizer adeus

Ouça seu coração
Garota você sabe,
Nós deveríamos nos separar, amor
Eu apenas não posso fazer isso
Eu apenas não posso fazer isso
Ouça seu coração
Garota você sabe,
Nós deveríamos nos separar, amor
Eu apenas não consigo fazer isso
E às vezes isso me dá vontade de chorar
Ooh, ooh, ooh, ooh, ooh, ooh, ohh (4x)

Não há uma hora certa para dizer adeus
Mas eu tenho que fazer o primeiro movimento
Porque se eu não o fizer você vai começar a me odiar
Porque eu realmente não sinto o que eu já senti por você
Garota não é você, sou eu
Eu tenho que pensar no que eu preciso (oh)
Não há uma hora certa para dizer adeus
Mas nós sabemos que temos que ir
Nossos caminhos separados
E eu sei que é difícil mas eu tenho que fazer isso,
E isso está me matando
Porque nunca há uma hora certa
Hora certa para dizer adeus

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Letra da Música Say Gooddbye - Chris Brown


Say Goodbye

hu look we gotta talk dam i know i know
there's just somethings i gotta get off
my chest alright

yea ohohoh ohohoh listen

Baby come here and sit down, let's talk
I got a lot to say so I guess I'll start by
Saying that I love you,
But you know, this thing ain't been
No walk in the park for us
I swear it'll only take a minute
You'll understand when I finish, yeah
And I don't wanna see you cry
But I don't wanna be the one to tell you a lie so

How do you let it go? When you,
You just don't know? What's on,
The other side of the door
When you're walking out, talk about it
Everything I tried to remember to say
Just went out my head
So I'ma do the best I can to get you to understand

[Chorus]
There's never a right time to say goodbye
But I gotta make the first move
'Cause if I don't you gonna start hating me
Cause I really don't feel the way I once felt about you
Girl it's not you, it's meI gotta gotta figure out what I need
There's never a right time to say goodbye

But we know that we gotta go
Our separate ways
And I know it's hard but I gotta do it,
And it's killing me
Cause there's never a right time
Right time to say goodbye
But now your heart is breaking
And a thousand times IFound myself asking, "Why? Why?"
Why am I taking so long to say this?
But trust me, girl I never
Meant to crush your world
And I never
Though I would see the day we grew apart
And I wanna know

How do you let it go? When you,
You just don't know? What's on,
The other side of the door
When you're walking out, talk about it
Girl I hope you understand
What I'm tryna say.We just can't go on
Pretending that we get along
Girl how you not gonna see it?

[Chorus]
There's never a right time to say goodbye
But I gotta make the first move
'Cause if I don't you gonna start hating me
Cause I really don't feel the way I once felt about you
Girl it's not you it's me.I gotta gotta figure out what I need
There's never a right time to say goodbye
But we know that we gotta go
Our separate ways
And I know it's hard but I gotta do it,
And it's killing meCause there's never a right time
Right time to say goodbye
Listen to your heart
Girl you know,
We should be apart, baby I
I just can't do itI,
I just can't do it
Listen to your heart
Girl you know,
We should be apart, baby I
I just can't do it
And sometimes it makes me wanna cry
Ooh, ooh, ooh, ooh, ooh, ooh, ooh [4x]
Do you hear me crying?

[Chorus]
There's never a right time to say goodbye
But I gotta make the first move
'Cause if I don't you gonna start hating me
Cause I really don't feel the way I once felt about you
Girl it's not you it's me.
I gotta gotta figure out what I need
There's never a right time to say goodbye
But we know that we gotta go
Our separate ways
And I know it's hard but I gotta do it,
And it's killing me
Cause there's never a right time
Right time to say goodbye

[Chorus]
There's never a right time to say goodbye
But I gotta make the first move
'Cause if I don't you gonna start hating me
Cause I really don't feel the way I once felt about youGirl it's not you it's me.
I gotta gotta figure out what I need
There's never a right time to say goodbye
But we know that we gotta go
Our separate ways
And I know it's hard but I gotta do it,
And it's killing me
Cause there's never a right time
Right time to say goodbye

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Mc Marcinho - Porque Te Amo



Foi numa roda de amigos
eu te conheci
e o seu rostinho lindo
jamais eu esqueci
e a nossa amizade
foi virando uma paixão
te colocando no meu coração

Porque te amo
e quero, você sempre aqui
a vida dá voltas
e destino trouxe ,você para mim

pensei que esse sofrimento
nunca ia ter fim
mais com a ajuda de Deus
você voltou pra mim
hoje estou muito feliz amor
tenho paz e muita fé
sou uma nova mulher

porque eu te amo
e quero você sempre aqui (refrão)
a vida dá voltas
e o destino trouxe você para mim

eu sei que as nossas
brigas foram ilusão
mais te tenho guardado
dentro do meu coração
me desculpe
se eu te fiz sofrer
eu só quero o seu bem
mulher igual a você não tem

porque eu te amo
e quero você sempre aqui (refrão)
a vida dá voltas
e o destino trouxe você para mim.

Polo - Fresno


Se eu te disser que foi difícil te esquecer

Seria o mesmo que dizer não sou capaz

De me curar, das surras que o mundo me dá,

de prosseguir, deixar o que passou pra trás


Eu devo desistir, pra um dia ser feliz?

Ou devo resistir? eu devo insistir?


Cantando, e mais do que isso gritando

E às vezes até confessando que eu não sei amar

Pois sabendo, eu não estaria sofrendo

E ainda por cima escrevendo, ao invés de falar


Será que alguém já te fez chorar (fez chorar)

Mesmo sem ter proferido uma palavra?

E o que você fez? tentou lutar?

Ou compôs uma canção indo pra casa?


(Eu devo desistir, pra um dia ser feliz?)

Ou devo resistir? ou devo insistir?

(não devo desistir assim!)

(não,não eu não vou desistir!)


Cantando, e mais do que isso gritando

E às vezes até confessando que eu não sei amar

Pois sabendo, eu não estaria sofrendo

E ainda por cima escrevendo, ao invés de falar


Cantando, e mais do que isso gritando

E às vezes até confessando que eu não sei amar

Pois sabendo, eu não estaria sofrendo

E ainda por cima escrevendo, ao invés de falar


(7 vezes)Não, não eu não vou desistir assim


(4 vezes)Não, não eu não vou desistir assim

Origem do Funk

Os músicos negros norte-americanos primeiramente chamavam de funk à música com um ritmo mais suave. Posteriormente passaram a denominar assim aquelas com um ritmo mais intenso, agitado, por causa da associação da palavra "funk" com as relações sexuais (a palavra funk também era relacionada ao odor do corpo durante as relações sexuais). Esta forma inicial de música estabeleceu o padrão para músicos posteriores: uma música com um ritmo mais lento, sexy, solto, orientado para frases musicais repetidas (riffs) e principalmente dançante. Funky era um adjetivo típico da língua inglesa para descrever estas qualidades. Nas jam sessions, os músicos costumavam encorajar outros a "apimentar" mais as músicas, dizendo: Now, put some stank (stink/funk) on it!" (algo como "coloque mais 'funk' nisso!"). Num jazz de Mezz Mezzrow dos anos 30, Funky Butt, a palavra já aparecia.
Devido à conotação sexual original, a palavra funk era normalmente considerada indecente. Até o fim dos anos 50 e início dos 60, quando "funk" e "funky" eram cada vez mais usadas no contexto da soul music, as palavras ainda eram consideradas indelicadas e inapropriadas para uso em conversas educadas.
A essência da expressão musical negra norte-americana tem suas raízes nos spirituals, nas canções de trabalho, nos gritos de louvor, no gospel e no blues. Na música mais contemporânea, o gospel, o blues e suas variantes tendem a fundir-se. O funk se torna assim um amálgama do soul, do jazz e do R&B.

Década de 1970 e atualidade:
Nos anos 70, George Clinton, com suas bandas Parliament, e, posteriormente, Funkadelic, desenvolveu um tipo de funk mais pesado, influenciado pela psicodelia. As duas bandas tinham músicos em comum, o que as tornou conhecidas como 'Funkadelic-Parliament'. O surgimento do Funkadelic-Parliament deu origem ao chamado P-Funk', que se referia tanto à banda quanto ao subgênero que desenvolveu.
Outros grupos de funk que surgiram nos anos 70 incluem: B.T. Express, Commodores, Earth Wind & Fire, War, Lakeside, Brass Construction, Kool & The Gang, Chic, Fatback, The Gap Band, Instant Funk, The Brothers Johnson, Skyy, e músicos/cantores como Rick James, Chaka Khan, Tom Browne, Kurtis Blow (um dos precursores do rap), e os popstars Michael Jackson e Prince.
Nos anos 80 o funk tradicional perdeu um pouco da popularidade nos EUA, à medida em que as bandas se tornavam mais comerciais e a música mais eletrônica. Seus derivados, o rap e o hip hop, porém, começaram a se espalhar, com bandas como Sugarhill Gang e Soulsonic Force. A partir do final dos anos 80, com a disseminação dos samplers, partes de antigos sucessos de funk (principalmente dos vocais de James Brown) começaram a ser copiados para outras músicas pelo novo fenômeno das pistas de dança, a house music.
Nesta época surgiu também algumas derivações do funk como o Miami Bass, DEF, Funk Melody e o Freestyle que também faziam grande uso de samplers e baterias eletrônicas. Tais ritmos se tornaram combustível para os movimentos Break e Hip Hop.
Os anos 80 viram também surgir o chamado funk-metal, uma fusão entre guitarras distorcidas de heavy-metal e a batida do funk, em grupos brancos como Red Hot Chili Peppers e Faith No More.
No Brasil, o Funk americano recebeu muitas influências e modificações, tornando-se uma vertente totalmente nacional, é o Funk carioca, que nasceu nos bailes dançantes das favelas cariocas e se propagou para o resto do Brasil e do mundo.

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

Luxúria -Lama


Não, não dê mais tantas voltas, não

Se chicoteia assim por qualquer perdão

Todo esse teatro não impressiona

Por maior que seja sua recompensa

Não se importe tanto assim

Com sua imagem decadente, enfim

Nada adianta depois se lamentar

Por maior que seja sua displicência

Volta, ou vá embora, meu amor

Sem ameaças, ensaiadas na frente do espelho

O caminho mais fácil, nem sempre é melhor que o da dor

Dê uma chance pra vida, te mostrar

Um jeito menos doloroso de se despedir

Não seja assim tão dura com as palavras

Lave bem as suas mãos antes de se decidir

Tira essa lama das botas,

Antes de me dar as costas

Não dê tantas voltas, não

Se chicoteia assim por qualquer perdão

Todo esse teatro não impressiona

Por maior que seja sua recompensa

Não se importe tanto assim

Com sua imagem decadente enfim

Nada adianta depois se lamentar

Por menor que seja sua displicência

Volta, ou vá embora, meu amor

Sem ameaças ensaiadas na frente do espelho

O caminho mais fácil, nem sempre é melhor que o da dor.

Dê uma chance pra vida te mostrar

Um jeito menos doloroso de se despedir

Não seja assim tão dura com as palavras

Lave bem as suas mãos antes de se decidir

Tira essa lama das botas,Antes de me dar as costas.

O pequeno começo de uma grande banda - NX ZERO -


Existem duas maneiras de se encarar e apresentar uma banda: pelos fatos ou pela impressão que esta causa. No caso dos paulistas NX Zero, que têm idades entre 18 e 19 anos, ambos importam. Vamos primeiro aos fatos, contra os quais não há discussão.O conjunto existe há cinco anos, tempo suficiente para lançarem dois discos, sendo que este, homônimo, é o primeiro por uma gravadora grande, Arsenal, e já com as quatro mãos de dois midas do gênero na mesa de som, Rick Bonadio e Rodrigo Castanho.O clipe da música que abre o disco, “Além de Mim”, tem alta rotação na MTV e já chegou ao topo do programa “Disk”. No embalo, o quinteto já rodou do Sul ao Centro-Oeste do país, tocando com bandas como Dead Fish, CPM22 e Cachorro Grande. No ano passado, levaram de uma tacada os prêmios de melhor banda e música (“Além de Mim”) em votação popular no site Zona Punk, à frente de big shots com carreira já sedimentada nas rodas de pogo.Feita a apresentação formal, vamos à música, que é o que importa.NX Zero é uma banda que trafega com a cabeça erguida no subterrâneo do rock, em mistura suculenta do poder de ataque do hardcore sovada em vocal e camadas instrumentais de melodia. As letras trafegam menos pela emoção (ou falta de) e mais por viagens interiores. Introspecção que ganha dramaticidade em camadas de guitarras e sustentação vigorosa da cozinha bateria e baixo.A já citada “Além de Mim”, primeira do disco, é exemplo redondo – uma guitarra enfurecida prenuncia um quebra-quebra generalizado, suavizado pela melodia vocal e um morde-assopra conduzido por Dani Weksler na bateria. “Conseqüências” mantém a levada, com um dueto encaixado no ângulo no refrão.“Razões e Emoções” é o cartão de visitas introspectivo do NX Zero, com densidade que dá a impressão de que o ar que envolve a música pode ser cortado com uma faca.Com “Um Pouco Mais”, no embalo da letra do hateen Rodrigo Koala, a banda fica mais emotiva, mas não perde o rebolado nem “com um nó na garganta”. O apelo emocional segue em “Ilusão”, música que prestigia tanto a cadência quanto o peso.O NX Zero pega pista livre e acelera em “Apenas um Olhar”, mantém a velocidade lá em cima em “Pela Última Vez” e em “La Prision” e encara uma descida em ponto morto em “Incompleta”.“E se Tudo Der Errado?”, questiona o vocalista Di Ferrero em “Círculos”, música sob medida para o baixista Caco Grandino colocar o pé no retorno e tomar a rédea.“Tarde Demais” é uma bela balada que abre a porta e estende o tapete para a bate-cabeça e bilíngüe “Uma Chance”. “Mentiras e Fracassos” soa heavy metal no riff inicial dos guitarristas Gee Rocha e Fi Ricardo até Dani espancar seu kit e reconduzir o som para o trilho HC.E “Um Outro Caminho” é o desfecho que condensa todos os elementos acima – melodia vocal, peso, quebradas, boas letras, guitarra potente, baixo preciso.

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

A História do HIP HOP

A Dança de Rua surgiu através dos negros das metrópoles Norte Americanas. As primeiras manifestações surgiram na época da grande crise econômica dos EUA, em 1929, quando os músicos e dançarinos que trabalhavam nos cabarés ficaram desempregados e foram para as ruas fazer seus shows. Em 1967, o cantor James Brown lançou essa dança através do Funk. O Break, uma das vertentes do Street Dance, explodiu nos EUA em 1981 e se expandiu mundialmente, sendo que, no Brasil, devido à sua cultura, os dançarinos incorporaram novos elementos de dança. Em janeiro de 1991, foi criado na cidade de Santos, o primeiro curso de “Dança de Rua” no Brasil, idealizado e introduzido pelo coreógrafo e bailarino Marcelo Cirino, baseado em trabalho prático e de pesquisa, desde 1982. O curso virou projeto e para alguns “religião”, sempre com o apoio da Secretaria de Cultura da Prefeitura Municipal de Santos. Hoje sua repercussão mundial, retrata o reconhecimento do trabalho e não um simples modismo.
A HISTÓRIA DO HIP HOP
A cultura hip hop é formada pelos seguintes elementos: O rap, o graffiti e o break. Rap - rhythm and poetry, ou seja, ritmo e poesia, que é a expressão musical-verbal da cultura; Graffiti - que representa a arte plástica, expressa por desenhos coloridos feitos por graffiteiros, nas ruas das cidades espalhadas pelo mundo; Break dance - que representa a dança.
Os três elementos juntos compõe a cultura hip hop. Que muitos dizem que é a "CNN da periferia", ou seja, que o hip hop seria a única forma da periferia, dos guetos expressarem suas dificuldades, suas necessidades de todas classes excluídas...
O termo hip hop, alguns dizem que foi criado em meados de 1968 por Afrika Bambaataa. Ele teria se inspirado em dois movimentos cíclicos, ou seja, um deles estava na forma pela qual se transmitia a cultura dos guetos americanos, a outra estava justamente na forma de dançar popular na época, que era saltar (hop) movimentando os quadris (hip)...
Em meados dos anos 70 no Bronx, cidade de Nova Iorque, só existiam dois bons deejays conhecidos que eram Kool D.J. Herc e Kool Dee.
Kool D.J. Herc foi o maior e mais seguido de todos os D.Js. do Bronx.
De qualquer modo em meado dos anos 70 outro jovem D.J. que foi inspirado por kool D.J. Herc, Kool D.J. Dee, Disco King Mario, começou aparecer e crescer no cenário da música B.Beat chamado Afrika Bambaataa.
Ele tinha algo de grandioso da música B.Beat de Kool Herc, ele começou a trazer novos discos e fazia as pessoas dançarem como um trovão, e decidiu de chamá-los de ZULU NATION. Nos próximos anos Bambaataa seria o responsável por várias gírias no movimento. Nesta mesma época apareceu outro D.J. com o nome de Grand Máster Flash, que ajudou a reformular o jeito de rimar em cima dos Break Beats. Não foram Sugarhill Gang, D.J. Hollywood ou Eddie Chebba e Kurts Blow que começaram a rimar em cima dessas batidas, foram realmente Grand Máster Flash, Mele mel, Kid Creole e Keith Cowbow que começaram o fenômeno das rimas.
Se existe alguém responsável pela criação da música Break Beat, foram Kool D.J. Herc, Afrika Bambaataa e Grand Master Flash, os que vieram depois só ajudaram a construir o que chamamos de HIP-HOP.

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

A História do RAP

A termo RAP significa rhythm and poetry ( ritmo e poesia ). Este gênero musical foi criado nos Estados Unidos, mais especificamente nos bairros pobres de Nova Iorque, na década de 1970. Jovens de origens negra e espanhola, em busca de uma sonoridade nova, criaram o rap.
O rap tem uma batida rápida e acelerada e a letra vem em forma de discurso, muita informação e pouca melodia. Geralmente as letras falam das dificuldades da vida dos habitantes de bairros pobres das grandes cidades. As gírias das gangues destes bairros são muito comuns nas letras de música rap. O cenário rap é acrescido de danças com movimentos rápidos e malabarismos corporais. O break, por exemplo, é um tipo de dança relacionada ao rap. O cenário urbano do rap é formado ainda por um visual repleto de grafites nas paredes das grandes cidades.
No começo da década de 1980, muitos jovens norte-americanos, cansados da disco music, começaram a mixar músicas, e criar sobre elas, arranjos específicos. As músicas de James Brown, por exemplo, já serviram de base para muitas músicas de rap. O MC ( mestre-de-cerimônias) é o responsável pela integração entre a mixagem e a letra em forma de poesia e protesto. É considerado o marco inicial do movimento rap norte-americano, o lançamento do disco Rapper’s Delight, do grupo Sugarhill Gang.
Geralmente, o rap é cantado e tocado por uma dupla composta por um DJ ( disc-jóquei ), que fica responsável pelos efeitos sonoros e mixagens, e por MCs que se responsabilizam pela letra cantada. Quando o rap possui uma melodia, ganha o nome de hip hop.Um efeito sonoro muito típico do rap é o scratch (som provocado pelo atrito da agulha do toca-discos no disco de vinil). Foi o rapper Graand MasterFlash que lançou o scratch e depois deles, vários scratchings começaram a utilizar o recurso : Ice Cube, Ice T, Run DMC, Public Enemy, Beastie Boys, Tupac Shakur, Salt’N’Pepa, Queen Latifah, Eminem, Notorious entre outros.
Na década de 1980, o rap sofreu uma mistura com outros estilos musicais, dando origem à novos gêneros, tais como: o acid jazz, o raggamufin (mistura com o reggae) e o dance rap. Com letras marcadas pela violência das ruas e dos guetos, surge o gangsta rap, representado por Snoop Doggy Dogg, LL Cool J, Sean Puffy Combs, Cypress Hill, Coolio entre outros.Nas letras do Public Enemy, encontramos mensagens de cunho político e social, denunciando as injustiças e as dificuldades das populações menos favorecidas da sociedade norte-americana. É a música servindo de protesto social e falando a voz do povo mais pobre.
Movimento Rap no Brasil.
O rap surgiu no Brasil em 1986, na cidade de São Paulo. Os primeiros shows de rap eram apresentados no Teatro Mambembe pelo DJ Theo Werneck. Na década de 80, as pessoas não aceitavam o rap, pois consideravam este estilo musical como sendo algo violento e tipicamente de periferia.Na década de 1990, o rap ganha as rádios e a indústria fonográfica começa a dar mais atenção ao estilo. Os primeiros rappers a fazerem sucesso foram Thayde e DJ Hum. Logo a seguir começam a surgir novas caras no rap nacional : Racionais MCs, Pavilhão 9, Detentos do Rap, Câmbio Negro, Xis & Dentinho, Planet Hemp e Gabriel, O Pensador.O rap começava então a ser utilizado e misturado por outros gêneros musicais. O movimento mangue beat, por exemplo, presente na música de Chico Science & Nação Zumbi fez muito bem esta mistura.
Nos dias de hoje o rap está incorporado no cenário musical brasileiro. Venceu os preconceitos e saiu da periferia para ganhar o grande público. Dezenas de cds de rap são lançados anualmente, porém o rap não perdeu sua essência de denunciar as injustiças, vividas pela pobre das periferias das grandes cidades.